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domingo, agosto 02, 2015

Sim, eu não morri. Tô aqui, de cara nova. De casa nova. Me mudei, por dentro e por fora. Endereço, tô na academia, tô de pensamentos diferentes.
Mas ainda passo tempos e tempos sem escrever. Mas até acho isso legal. Pelo menos não me esqueço daqui. 
Agora estou ouvindo "New version of you" do JJ Abrams (link abaixo), que é tema de abertura do seriado Felicity, o qual eu sou viciado. Acabei de ver nos comentários do vídeo: "I'm never getting over this show"; é mais ou menos como eu ("eu nunca vou superar esse Já vi duas vezes, mas se não beirasse a loucura, veria uma vez atrás da outra.)
Ah, meu tumblr mudou, agora tem versão minha em imagens:


E observei que o blog tem 9 anos! Que fofo. Até breve! 


sábado, agosto 30, 2008

só mesmo?


Ultimamente ando pensando na solidão. Pensando não, vivenciando. E nem preciso tentar descrever, ela sozinha, por si só, não tem somente um significado. Só isso.

Aquele lance de estar rodeado de gente, e sentir falta de um só, por mais clichê e bobo que pareça, é realmente verdade. Amigos vêm aos montes, amores aos grãos. Não, no meu caso eles não vêm.
Uma vez num site desses de vidas passadas, testes bobinhos e afins, dizia que eu tinha esse carma, de viver rodeado de amigos, mas de não ter amores. De ser adorado, mas não amado. Bem, infelizmente, é o que tá acontecendo há muito tempo.

Então a solidão é ciência, religião, crença, o que for... Se a gente parar pra pensar no que ela toma parte na nossa vida e na vida de outros. Tem até a música do Jobim e Vinícius: Preciso aprender a ser só. Mas e depois? Eu fico me questionando isso. E depois?
Será que alguém que aprende a ser só, acaba desistindo de viver acompanhado?

Quando a gente está sozinho, cada hora parece ter 120 minutos. Cada pensamento dá duas voltas na cabeça. O trânsito é mais livre, então a gente acaba circulando a mesma idéia, duas vezes, à toa.

Quando se está acompanhado não. É um pensamento sobre o que você acredita ou o que vai falar, e um pra tentar descobrir o que o outro pensa, ou vai falar...

Nonsense total, eu só queria atualizar mesmo.
Só.

Ao som de: Eyes of blue - Paul Carrack

sexta-feira, julho 11, 2008

le temps qui reste


Foi a primeira coisa que eu pensei pra escrever o título. Vi esse filme francês anteontem, e fiquei bem mal. Ainda estou, mas nada assim, que mereça atenção. De ninguém... pra falar a verdade, é algo do que o filme relata: atenção.

Le temps qui reste é um filme de François Ozon que relata a vida de Romain (Melvil Poupaud), um fotógrafo de moda que descobre ter um "cancro fatal" (fiquei na dúvida, porque as legendas são de Portugal), mas não conta a ninguém. Não quer chamar à atenção das pessoas. Resolve algumas coisas, cria outras, e mantém contato com a criança interior que possui, e que vê sempre ao seu redor... como se fosse o seu eu-menino querendo atenção dele mesmo.

O filme é lindo, não tem sentimentalismo barato e nem exageros. É assim, nítido e objetivo, mas sem deixar de atrair muito a atenção de quem vê. Chorei bastante no final. (se não viu o filme, não leia a partir daqui!!!) A cena de sua morte é bem tranquila. Ele resolve ir à praia, mergulha, vê um menino que se parece com ele, mais jovem. Deita-se, deixa cair uma lágrima e então fecha os olhos. O que choca mesmo são as pessoas indo embora, o sol se pondo. A indiferença de pessoas que não sabiam, que ali, uma pessoa estava morrendo.

Fiquei bobo. Parece que o filme fala de mim. Uma pessoa só, que é abandonada por todos ao redor, pra morrer sozinha, numa praia.

One on one... é a música que eu tô ouvindo do Daryl Hall & John Oates, dupla ultralegal de muitos sucessos oitentinhas, que eu amo...

sexta-feira, junho 27, 2008

respostas temidas de questões não proferidas...


Da semana passada até hoje, eu estive envolto em perguntas e respostas. As comportamentais, pra ser mais específico. Não só apenas com respeito à minha personalidade e atitudes, mas de alguns amigos também, em geral. Só que claro, me concentrei mais em mim mesmo... Foi um tornado que mexeu comigo, e eu nunca tinha dado forças pra ele...

Da mesma forma que todo mundo, eu tenho certas idiossincrasias (adoro essa palavra!) que até então não sabia qual motivo tinham. E após alguma análise do que eu já vivenciei (obrigado Freud, contribuiu um bocado), percebi que existem sim, respostas... muitas vezes pra perguntas que não ousamos fazer, por serem portas pra respostas mais complexas, que podem fazer o tornado aparecer, e levar com ele a inocência da ignorância, na qual muitos ainda adoram estar.

É confortável pro ser humano não saber. A ignorância é sábia. Parafraseando Aline Dorel, "ser intelectual dói". E é isso mesmo... existe muita carga nas respostas. E pra não ter que se surpreender com o caminho sem volta que é o saber, muitos preferem não dar o primeiro passo.

Hoje estou de rodeios, mas enfim, dei esse primeiro passo. Dessa vez eu vou buscar resposta no meu interior, mas ciente de que as perguntas deverão ser feitas por mim mesmo. Como sempre falo aos meus amigos, quando a solução está dentro da gente, é o local mais difícil de se procurar.

No caminho da evolução, é necessário evoluir, não dá outra. Então evoluir é mexer, é modificar, é limpar o que não se usa e absorver coisas novas. Espero apenas coragem e força. Não busco perfeição, busco aprimoramento do tipo de pessoa que eu sou, acredito que isso vai ser melhor pra mim, e claro pra todos que me envolvem.

Tô ouvindo Cash Box, uma daquelas músicas que nossos pais ouviam, no estilo corações a mil e saudade não tem idade, sempre numa fita k-7, com o som ligado e a luz da sala apagada...

eu realmente vivi isso em vida passada...

então beijo, love me, kiss me amore...

domingo, outubro 08, 2006

Vida alternativa

Uma vez, uma professora de inglês minha me disse que talvez eu vivia em função de filmes e livros por querer fugir da realidade. Na hora eu fiquei pasmo, nunca tinha parado pra pensar. E confirmei à ela... Era isso mesmo... é uma Válvula de Escape...

Antes eu queria me desvencilhar disso... mas depois percebi... besteira, eu tenho que procurar algo que me mantenha vivo. E achei. Filmes, livros, música...

Hoje, grande parte do dinheiro que eu gasto é com CD´s, LP´s, DVD´s e VHS´s... ou seja, as melhores siglas existentes na minha vida ultimamente.

Ontem mesmo passei numa locadora que tava "desovando" filmes em VHS e fiz a feira... só de impulso comprei 17 fitas... e tô pensando em voltar já... minha mãe me perguntou se eu vou abrir uma locadora...

Quando vou a 'sebos', fico parecendo criança em loja de brinquedos... Nessa locadora, tava quase tendo um troço... Uma vez, fui a um sebo de discos e cd´s em São Paulo, fiquei tão maravilhado, que quase não saí de lá de dentro...

Amo essa atmosfera... Nostalgia total... E resolvi que vou manter isso...

Abraço pra quem passa aqui...

sábado, setembro 30, 2006

Tô começando a acreditar...

Tá, pronto, eu assumo... estou largado... mais um sábado e eu aqui, ouvindo um LP da Maysa, só esperando o sono chegar pra poder dormir logo e acabar essa sensação... detalhe, nem 9 da noite são...

Fazer o quê né? Acho engraçado isso... meus amigos estão se casando, namorando, arrumando lance... e eu fico tipo, fazendo a linha castiçal judaico... isso não rola... depois quero ficar preso no meu quarto ouvindo Damien Rice, dizem que eu fico pagando de deprê... pode?

Vou sair com quem então? Se saio com eles, volto pior... se saio sem eles, volto pior... e se não saio, pimba! acertou... fico pior...

Tá bom...Chega dessa sessão Mellon Collie and the Infinite Sadness...

sábado, setembro 23, 2006

Paradoxal

Vai entender... outro sábado...
não, não estou jogado... estou muito bem obrigado, ouvindo meus flashbacks 70´s - 80´s no meu quarto, só esperando a chuva começar... os relâmpagos estão avisando e os trovões já gritando...
chuva pra mim é limpeza, mesmo que seja pesada... a limpeza, a chuva... tanto faz...
não tente me entender... nem eu consigo... só sinta...
por isso dizem que sou denso, intenso... totalmente paradoxal, nonsense, senseless... sabe aquela idéia sem sentido que tem sentido? pois é... sou eu...
ah, não entendeu? deixa pra lá... não quero que seja fácil assim mesmo...

terça-feira, agosto 29, 2006

2a. Dose

Mais uma gota, só isso.

Acho que agora me apresento, não é?
Nome, idade, só conferir à direita.

Sou sagitariano roxo, designer de moda formado pela UFG em 2005, muito comunicativo, amante do vento, professor de inglês, adoro tempestades - mas não as faço - viciado em música, meio estranho, jogo video-game feito muleque, não desgrudo da internet e sou terrivelmente conectado a filmes.

Solteiro, desesperado, não feio, não esquisito, não convencido, não sei o que há de errado.
Não bebo tanto, só sozinho, não fumo tanto, só estressado...
Não julgo, não quero ser julgado, Deus nesse caso pode...
Adoro reticências, mas falo tudo de uma vez, não me aproveito da verdade pra falar demais, respeito a hora certa, não respeito o tempo, tá me levando muita coisa, no entanto, preciso mais dele. Sou do tipo 'tudo ao mesmo tempo agora', mas sei que tudo tem o seu tempo.

Sou chamado das coisas mais diferentes, mais estranhas, ainda acho que não conseguiram me nomear, ou talvez sou muita coisa, ou no final das contas, nada...
Sou:
Paradoxal, Intenso, Denso, Lusco-Fusco (Sir Ventura), Nonsense, Garoto dos 300 demônios (minha Diva Ana), filho do vento, Fujin - Deus do Vento japonês (Mon petit Vulcan), Venus as a boy (Björk), Benimaru Nikaido (KOF), Rocket Man (Elton John), Taiteiro...

bem, a segunda(feira) é dose pra muita gente mesmo...

obrigado, de novo...